Cadastros da clínica
Especialidades com cor e duração própria, profissionais com conselho e repasse, grade de horários por pessoa, salas e tipos de atendimento. A grade é o denominador da ocupação — não o expediente da clínica.
Vellow Sistemas
O VelloClinica cuida da clínica com várias especialidades no mesmo endereço: agenda por profissional, jornada da recepção, prontuário por especialidade dentro do mesmo paciente, documentos, pacotes de sessão e o financeiro do dia. E responde à pergunta que ninguém quer ter de responder de improviso — quem abriu o prontuário do paciente X, e quando.
Elas não aparecem numa demonstração de dez minutos. Aparecem no dia em que dá errado — e aí não tem conserto.
A trava de sobreposição é uma restrição do banco de dados, não uma conferência da tela. É o que resiste a duas recepcionistas marcando no mesmo segundo. E encostar não é sobrepor: a consulta que termina 09:00 e a que começa 09:00 são vizinhas, não conflito.
Atendimento fechado não muda — recusado pelo banco, não só pela tela. Correção é adendo, com data própria. Documento emitido também não muda: o paciente já tem a via, e duas vias diferentes do mesmo atestado é problema de ninguém explicar.
A abertura do prontuário é gravada na mesma transação da leitura. Se o registro falhar, a leitura falha. É o contrário do que se faz com log comum, e é deliberado: leitura sem rastro faz o relatório mentir por omissão.
Dez módulos, entregues na Fase 1. Nada aqui é promessa de versão futura.
Especialidades com cor e duração própria, profissionais com conselho e repasse, grade de horários por pessoa, salas e tipos de atendimento. A grade é o denominador da ocupação — não o expediente da clínica.
Um CPF, uma ficha. O sistema recusa a segunda e diz o nome da que já existe: duas fichas do mesmo ser humano são duas histórias clínicas, e nenhuma delas completa. Alergia em vermelho, do check-in ao prontuário.
Os horários livres saem da grade, e a duração vem do tipo de atendimento — um procedimento de 60 minutos não cabe num bloco de 30, e o sistema não oferece o que não cabe. Encaixe existe, é marcado, e o gestor vê quantos foram.
Confirmado, chegou, em atendimento, finalizado — com a hora de cada passo. Daí sai o tempo médio de espera, que calcular depois a partir de log seria arqueologia.
Anamnese, SOAP e CID. A anamnese é a história do paciente: o encontro seguinte recebe a anterior, com autor e data, e o profissional decide trazê-la — o sistema não copia sozinho, e a anterior continua onde estava.
Receita, receita controlada com numeração interna de controle, atestado, encaminhamento e pedido de exame. Emitido não se altera. O talonário físico da controlada continua com o profissional, e o sistema diz isso na própria tela.
Tudo o que aconteceu, em ordem — inclusive o que não aconteceu. Falta e cancelamento entram na linha: uma história feita só de consultas realizadas mostraria um paciente exemplar onde houve três faltas seguidas.
Dez sessões vendidas, cada consumo com registro de qual atendimento gastou o crédito. A décima primeira sessão de um pacote de dez só passa com autorização nomeada, nunca com um botão anônimo de forçar.
Fechar o atendimento gera a conta — na mesma transação em que sela o prontuário e libera a agenda. Recebimento por forma de pagamento, caixa do dia, contas em aberto e o repasse de cada profissional.
Ocupação sobre a grade, no-show com falta e cancelamento tardio separados (são coisas diferentes), produção por profissional, a receber e retornos atrasados — quem devia ter voltado e não voltou.
Cada passo carimba a hora. Não é enfeite: é o que permite dizer, no fim do mês, quanto tempo as pessoas esperaram na recepção.
Numa clínica com várias especialidades, o mesmo paciente tem um prontuário só — e nem tudo dele é de todo mundo. No VelloClinica, especialidade marcada como sigilosa entra no filtro da consulta, não num aviso de tela. O dado não sai pela API nem para quem souber o endereço, e o administrador também não passa: administrador é papel administrativo, sigilo profissional não é hierárquico.
Vê agenda, cadastro, alergias e a linha do tempo. Não vê uma linha de evolução — e isso não é permissão que se conceda: o caminho de leitura clínica simplesmente não atende esse perfil.
Vê o que é da sua especialidade e o que ele próprio escreveu. Não escreve no atendimento de outro — nem o administrador escreve. Assinatura clínica tem dono.
Veem números, contas, produção e indicadores. Não veem conteúdo clínico. O sistema separa o que é da gestão do que é do paciente.
Estão no código e, quando protegem prova, também no banco de dados. Regra que mora só na tela é sugestão.
Cadastros, agenda, jornada da recepção, anamnese e prontuário, documentos clínicos, pacotes de sessão, financeiro ambulatorial, painéis, linha do tempo do paciente, usuários e a trilha de quem acessou o quê.
Faturamento TISS para convênios, portal do paciente, teleconsulta, assinatura digital ICP-Brasil e mais de uma unidade na mesma conta.
O sistema não promete nada da Fase 2 em tela alguma. Prometer o que não existe é o que faz o cliente descobrir na hora errada.
O sistema sobe com uma clínica de demonstração: cinco especialidades — uma delas sigilosa —, quatro profissionais com grades diferentes, agenda de três semanas com faltas, cancelamentos e um pacote de sessões pela metade. Dá para abrir os painéis e ver número, não tela vazia.
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